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dezembro 07
A Lei Geral de Proteção de Dados e a Transformação Digital

Em tese, quase todos sabem que no inicio de 2020 irá entrar em vigor a LGPD ( Lei Geral de Proteção de Dados) e que esta, impactará, praticamente, qualquer negócio, seja físico ou online, pequeno ou grande, que, hoje, tem por hábito armazenar informações pessoais de clientes em seus cadastros.

Todas estas informações pessoais, como nome, cpf, email, telefone ou qualquer outra que o identifique, como pessoa natural, agora têm uma lei que assegura que estas deverão ser tratadas com máxima segurança e zelo, respeitando as melhores práticas de governança de dados. Em determinadas situações, será exigida, de acordo com o porte ou tipo do negócio, inclusive, a figura do “encarregado” ou o Data Protection Officer ( que deverá estar de forma explicita, por exemplo no site de empresas de e-commerce) que será o responsável por alinhar conhecimento jurídico e tecnológico para garantir que empresas usem informações de forma correta de acordo com a legislação vigente e a primeira pessoa de contato em casos de solicitação de acesso transparente as informações pessoais de um cadastro realizado.

O que isso tem a ver com o conceito da transformação digital ? É notório que a economia digital tende a mudar paradigmas de negócios. Isso exige ajustes fundamentais nas organizações que vão desde rupturas com padrões atuais de tecnologia, reestruturações hierárquicas, cultura organizacional, operações e entrega de valor aos clientes. Esta transformação posiciona uma empresa como um “negócio digital”, criando valor e receita baseado nestes ativos digitais. Vai além de automatizar processos, pois alcança mudança comportamental dos colaboradores e fornecedores, modelos de negócio disruptivos e até mesmo a percepção que seus clientes têm em relação a sua empresa.

alguns negócios que resistiam a perceber esta evolução digital global, a LGPD vem como um “tsunami’ para provocar uma aceleração ainda mais forte, através da força de lei, a qualquer negócio, seja pequeno, médio ou grande a se conscientizar e mudar digitalmente seus processos de gestão, automatizar controles, aperfeiçoar gestão de contratos, implantar ou aumentar práticas de segurança de dados, etc.

Mas sabem o que é mais impactante ? são os efeitos de guarda e zelo destas informações para empresas que ainda possuem uma baixa maturidade digital: aquelas que não possuam backup/restore confiável, site secundário contra desastres é um palavrão e investir em computação em nuvem chega a ser um argumento ofensivo em determinados feudos empresariais.

Este “tsnunami” legal, com os efeitos práticos e obrigatórios da transformação digital como sobrevivência empresarial farão uma seleção natural de empresas a partir de 2019. Muitos ainda sequer sabem que a lei existe, outros farão ouvidos de mercador reafirmando para sua consciência: “isso é mais uma lei que não vai pegar !”. Para alguns, esta lei poderá levar seus negócios a um desastre completo !

As pequenas e médias empresas, na sua grande maioria, de negócios tradicionais, serão as mais impactadas, pois em tese são as que mais resistem a transformação digital, são as que possuem baixa maturidade de governança e a realidade tecnológica é sofrível.

Pensem em atividades comuns do cotidiano. Esqueça o digital, por enquanto, que parece óbvio o controle de informações tão voláteis. Imagine abastecer em um posto de gasolina e o frentista lhe oferta um desconto no programa de fidelidade da sua rede de postos de combustíveis, na visita a um cliente onde na portaria do condomínio é obrigatório o registro pessoal de entrada e saída ou na compra de um medicamento na farmácia onde o atendente pede o CPF para cadastro e desconto da promoção vigente. Em todas estas singelas interações são armazenados dados e informações que poderão ser utilizados para tentativas de fraudes no seu cartão de crédito ou sua conta bancária ou até mesmo para comercialização dos seus dados para empresas de telemarketing, como corretoras, operadoras de telefonia móvel ou seguradoras. São um dos motivos da criação da lei, por exemplo e que impactará a todos.

Assim, uma corporação, pública ou privada, não poderá coletar dados para qualquer coisa. Deverá sempre informar ao titular das informações a finalidade da coleta e terá que possuir registro do seu consentimento. Imaginem enviar convites para um evento, um seminário ou workshop, de forma digital. Será o fim do spam? Afinal de contas, um email pessoal identifica uma pessoa e portanto, se não houver este consentimento, do titular, de que este email foi coletado para envio de convites de um evento, a violação da lei restará configurada. E pasmem, as multas podem chegar a 2% do faturamento anual da empresa ou até R$ 50milhões de reais.

A tendência, portanto, é que qualquer pessoa passe ser questionada, agora, seja de forma online e ou de forma presencial, se esta dará a sua permissão para registro ou cadastro para determinada finalidade.

É fundamental perceber que o analfabeto do futuro é aquele que não entender o contexto atual da transformação digital e continuar a lutar contra ou resistir a estas mudanças que são profundas, disruptivas e que podem levar uma organização do céu ao inferno, agora, em segundos, literalmente, porque simplesmente não entende a dinâmica do próprio momento em que vive.

Como diz um amigo: “ o mais rápido não corre mais, ele voa !”

Bons negócios a todos !

dezembro 07
O futuro instigante já começou

Entre 2022 e 2025, a quantidade de pessoas na terra será igual a de conexões à internet. Vamos vivenciar um avanço incrível dos carros autodirigidos e a migração cada vez maior do trabalho colaborativo para o coordenado. O conceito de plataforma vem evoluindo para o de ecossistemas e, deste, para sistemas operacionais.

Plataformas, nesta abordagem, já são o passado, ainda que necessárias hoje. Provavelmente até 2035 teremos conexão digital experimental em nosso córtex e a medicina vai avançar tanto que os 100 anos de idade serão os 60 para os novos nascidos.

Para tornar isso tudo possível, vem aí uma batalha tecnológica envolvendo a Computação Quântica, Blockchain, Energia Solar e Inteligência Artificial-IA. As tecnologias estão transformando os negócios e a forma como vivemos. As empresas e pessoas que conseguirem sair à frente tendem a ser os novos líderes do mundo globalizado.

Estamos falando de disruptar cartórios, mercados, moedas, trabalhos repetitivos, reduzir doenças, aumentar a qualidade de vida, entre tantos outros benefícios que vão ser obtidos em um mundo interconectado e evolutivo em uma progressão e velocidade que nunca vimos antes.

As novas tecnologias estão conectando pessoas, resolvendo problemas impossíveis anteriormente e gerando novas oportunidades. De fato sentimos isto agora em nossas vidas. Do transporte a comunicação, do streaming de vídeo a medicina, já somos positivamente impactados pelas disrupções em nosso cotidiano.

Veremos Inteligência Artificial em praticamente tudo, e isso suscita novas preocupações, como a ética dos robôs e máquinas, como será a convivência com os humanos, a necessidade de formação de novas capacidades, entre outros avanços que teremos que fazer. Haverá abundância em nossa sociedade, para o bem e para o mal. Fome? Vai sair da pauta porque estará resolvida. Vida longa? Vai ser comum para todos. Só positividade então? Não, esta nova realidade nos traz desafios como por exemplo, a perigosa impressão de armas em 3D, o combate à solidão e a gerirmos as novas doenças que acompanham os avanços, como a depressão e aumento de suicídios.

Não se aliar ao novo, as novas tecnologias, à economia exponencial, pode significar a decadência de modelos de negócios e, até mesmo, em extremo, a impossibilidade de estar no mercado. Novos tipos de exclusão podem estar se formando. O poder dos indivíduos está aumentando drasticamente, mas há um vácuo de liderança nas sociedades e novas ameaças passam a ser percebidas. Por mais que essas mudanças de paradigmas façam as pessoas temerem não se adaptar, é preciso seguir em frente. Evoluir faz parte de nosso DNA, a história mostra isto de forma clara.

O que acontece agora é que estamos super acelerando e isto gera algumas resistências. Se vivermos com medo, nos focando apenas no que já sabemos, não avançaremos. Nos vencer é e sempre será um desafio mas que, no final do dia, sempre temos conseguido superar. O mundo do futuro é evolutivo, dinâmico, poderoso e instigante para se estar nele. Lembra em alguns pontos a sociedade proposta pela ficção cientifica de Jornada nas Estrelas em "Next Generation" mas já está acontecendo aqui e agora, em nossas vidas. Conecte-se ou seja desconectado. Abraçar este presente-futuro é possível para todos. Vamos juntos construir esta nova realidade e sociedade?


 

Fonte: DCI

Cesar Leite - CEO da Processor e vice-presidente da Federasul ​

maio 28
Processor é recertificada em Compliance

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A Processor foi a primeira empresa de tecnologia no Brasil certificada em Compliance em 2017, baseada na norma DSC 10.000. No mês de Maio/18, recebemos a RECERTIFICAÇÃO até 2019!!!

Ao renovarmos esse selo, afirmamos a todos os profissionais, parceiros, fornecedores, clientes e acionistas que praticamos o que pregamos em nossa política. Damos o exemplo e o tom do comportamento que seguimos e exigimos de todo o nosso ecossistema que também aja dentro das normas e processos de governança acordados.

Além de prevenir eventuais desvios de conduta e melhorar nossos níveis de gestão corporativa, o ganho de credibilidade no mercado e o aumento de eficiência e qualidade na entrega de nossos serviços ampliam a boa reputação e a imagem que a Processor possui em sua área de atuação. Realizar negócios com a Processor é sinônimo de confiança, ética e responsabilidade.

Confira a matéria veiculada na ocasião da conquista da certificação em 2017: Jornal do Comércio.

Conheça mais sobre nossa política de compliance, clicando aqui.


janeiro 10
Processor moderniza e unifica metodologia de entrega das soluções

A Processor está revolucionando a produtividade dos seus clientes também por meio do seu framework de delivery, uma forma inovadora de entrega dos seus serviços e resultado do lançamento da sua Metodologia de Delivery Processor 4.0 (MDP).

A MDP é reflexo das experiências de entregas realizadas nos clientes nos últimos anos, onde cases de sucesso e lições aprendidas foram utilizados para compor a estrutura dessa metodologia.

Antes a Processor tinha um sistema de entrega de projeto e outro de serviços. Agora, tudo foi unificado sob a lógica de processos, ativação, disponibilização dos serviços de forma rápida para os clientes e governança. Cada uma dessas etapas é composta por atividades, artefatos, documentações e sistemas, que envolvem todas as áreas da Processor para garantir uma entrega única, padronizada e no prazo determinado.

Um exemplo da fluidez desse modelo é o caso de um cliente que contratou junto a Processor o serviço de gerenciamento do seu backup. Existem várias soluções por trás disso, como processos de monitoramento do backup e de suporte às solicitações de recovery feitas pelos clientes, entre outros.

Mas o cliente não precisa saber de nada disso; ele só quer que o seu backup esteja disponível. “A nossa metodologia garante a ativação, o monitoramento, o suporte e a sustentação da operação. Interagimos periodicamente reportando tudo que está sendo feito”, relata a diretora de Business Process Outsource (BPO) da Processor, Ana Pochmann.

Ela explica que essa padronização nas entregas trouxe um grande ganho na produtividade, além de fazer com que cada vez mais os clientes estejam usando uma parte maior do portfólio da Processor. “Olhamos a jornada nos clientes como início, meio e sustentação, e não como um fim”, relata. A metodologia entrega tudo, de ponta a ponta.

Além disso, tem um viés de evolução, já que suporta novas demandas que surgem. A qualquer momento eles podem ativar ou suspender esses serviços – e isso é feito rapidamente.

Hoje em dia, todos os clientes de outsourcing e LiveCloud da Processor já sentem os benefícios da unificação da entrega de soluções aos clientes por meio da MDP.

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"A nossa metodologia garante a ativação, o monitoramento, o suporte e a sustentação da operação." ANA POCHMANN - Diretora de Business Process Outsource (BPO).

janeiro 02
Empresas disruptivas andam rápido

É ilusão acreditar que o seu mercado de atuação não será transformado. Todos os negócios estão sendo repensados e um modelo vencedor pressupõe que as empresas tenham em mente a necessidade da rápida adaptabilidade aos novos e urgentes anseios dos consumidores.

As tecnologias digitais já não são mais apenas serviços de suporte para os negócios – se tornaram fundamentais na inovação, crescimento, competitividade e aumento de receita.

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O jogo está só começando e as organizações que vão liderar os processos de disrupção no mundo são, justamente, as que conseguirem agir rápido. Um cenário como esse é inquietante e causa receio. São tantas as tecnologias consideradas propulsoras e essenciais desse movimento, como Cloud, Mobile, Big Data, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, que fica difícil saber por onde começar.

Por isso, fazer a curadoria de tantas tecnologias e ajudar as empresas a caminharem passo a passo nessa transformação é o propósito da Processor. “Essa é uma onda que o mundo está surfando, mas o grande mérito da Processor é ter uma abordagem pé no chão e ofertar uma série de entregáveis que ajudam os clientes a fazerem esse movimento com calma”, explica o diretor da área de Transformação Digital da Processor, Raffaele Veschi.

Análise situacional

A análise situacional é uma das etapas mais importantes deste trabalho de apoio à transformação que a Processor vem realizando com clientes como Paquetá Calçados, Libbs e Lojas Colombo, apenas para citar alguns.

É o ponto zero, onde o time da empresa faz o diagnóstico da realidade do cliente, conhece a sua estratégia e, a partir disso, passa a entender o que fará sentido para ele. “Com base nisso, fazemos um roadmap e passamos a entregar uma série de soluções aderentes e que possam apoiar o cliente nesta transformação, como marketing digital, inteligência de mercado e relacionamento e gestão digital”, explica Veschi.

Renato Cohen, pré-vendas da Processor, concorda que esse ponto de partida é um dos grandes diferenciais da oferta da Processor. “Todos falam em transformação digital, mas essa abordagem inicial da análise situacional é relevante e nos permite direcionar o que o cliente está precisando e, desta forma, percorrer essa caminhada com inteligência”, relata.

Leque de opções

Pense em um leque de opções que as e mpresas podem acessar de acordo com a etapa de transformação que irão trilhar. Pois é isso que a Processor oferece aos seus clientes que estão fazendo a jornada de evolução dos seus negócios.

Depois de entender o que faz sentido para o cliente e o que será mais aderente, a Processor entra com o seu portfólio robusto de soluções. Neste caso, Cohen faz questão de explicar que transformação não se trata apenas de tecnologia. Muitas vezes, é preciso percorrer etapas anteriores.

Muitas empresas ainda nem estão se comunicando direito com os seus públicos e não sabem como explorar esse caminho. “Não é só evoluir para um modelo digital, mas cuidar com mais atenção dos processos internos e relacionamentos”, pontua.

A Processor possui tecnologias que estimulam a transformação, como Cloud, Big Data, Mobilidade, mas com toda uma infraestrutura por trás, suportando cada ação. Isso inclui a capacidade de cruzar dados da empresa com insights do mercado para gerar inteligência competitiva, lançar mão de Inteligência Artificial para gerar ganhos com a automatização de processos e melhorar a qualidade do atendimento e a gestão dos seus sistemas internos. “A nossa abordagem não é a tecnologia em si, mas os processos que vamos desenvolver para apoiar a transformação dos negócios dos nossos clientes”, acrescenta Veschi.

Conheça alguns cases de clientes que estão nesta jornada de Transformação com a Processor! Paquetá CalçadosLibbs e Lojas Colombo 


dezembro 28
Oferta de infraestrutura e recursos computacionais como serviço

Imagine um ambiente computacional de uma empresa operando a pleno vapor, mas na iminência de ter a sua estabilidade afetada pela falta de capacidade de hardware. Agora considere que um time de profissionais remotos está monitorando esse ambiente 24x7, detecta esse risco e resolve rapidamente, sem que a produtividade da empresa seja afetada.

Essa é a lógica do LiveCloud Hosting da Processor, solução de infraestrutura e recursos computacionais fornecidos como serviço para que as empresas possam ter um ambiente escalável, seguro, de alta disponibilidade e dinâmico para rodar suas aplicações.

Os serviços são operados, administrados, suportados e monitorados pela Processor, gerando economia de investimentos em ativos, nas equipes e na necessidade de conhecimento técnico. “Aplicamos o nosso monitoramento em cima dos itens contratados; com isso, identificamos e atuamos em qualquer situação que possa degradar o servidor ou causar indisponibilidade”, relata o arquiteto de Soluções da Processor, Filipe Coutinho dos Santos.

Se a necessidade for por mais espaço de disco, é feita uma limpeza do ambiente para garantir que o servidor não pare. Dependendo do contrato firmado, a Processor tem até mesmo autonomia para corrigir alguns serviços.

De acordo com Santos, o LiveCloud Hosting envolve muito mais do que oferecer um ambiente de nuvem para os clientes e deixar que eles treinem o seu pessoal e administrem tudo. “Fazemos todo o processo de criação de uma rede virtual, com a criação do novo ambiente on demand. O cliente não precisa ter essa expertise e nem treinar funcionários”, explica.

Feita a migração, o time da Processor faz toda a gestão. Os clientes recebem periodicamente relatórios técnicos, como os que indicam riscos de sobrecarga ou até mesmo memória sobrando.

O Hosting é parte integrante da oferta LiveCloud, que disponibiliza software, serviços e infraestrutura tecnológica gerenciados pela Processor para revolucionar a produtividade dos negócios dos seus clientes.

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“Fazemos todo o processo de criação de uma rede virtual, com a criação do novo ambiente on demand. O cliente não precisa ter essa expertise e nem treinar funcionários." - FILIPE COUTINHO DOS SANTOS - Arquiteto de Soluções da Processor

 

outubro 24
Novidade no SpotFinder!!!

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Em parceria com o CompraDeIngressos.com.br, você já tem acesso pelo SpotFinder à compra de tickets para conhecer diversas atrações nas cidades de Rio de Janeiro - RJ, Gramado - RS, Salvador - BA, São Paulo - SP, Maceió - AL, Fortaleza - CE, Natal - RN, Foz do Iguaçu - PR, Camboriú - SC e Ilhéus - BA.

A tela inicial do aplicativo agora mostra 3 sessões para você explorar o melhor do entretenimento e lazer perto de você: ingressos de filmes, shows e turismo; consulta dos melhores locais próximos e roteiros turísticos de todo o Brasil, experimente!

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outubro 19
Parceiros Voluntários

​A Parceiros Voluntários é uma Organização Não-Governamental, sem fins lucrativos, apartidária, criada em janeiro de 1997, que tem como propósito "vivermos em uma sociedade sustentável, tendo por base pessoas éticas e participativas".

A Processor é uma das mantenedoras há 20 anos e recentemente recebeu Honra ao Mérito por esta dedicação e comprometimento. Perdeu essa matéria? Clique aqui

Essa semana ocorreu a reunião do Conselho com a apresentação dos projetos desenvolvidos ao longo de 2017.

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setembro 14
Transformação digital exige novo mindset das empresas

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Toda indústria, mais cedo ou mais tarde, vai ser tocada pela transformação digital. Não há para onde correr. A tecnologia viabilizou que os consumidores tivessem mais autonomia para pesquisar e comprar produtos e serviços. Mostrou que novos modelos de negócios são possíveis e que, muitas vezes, isso pode significar mais facilidade, qualidade e menores custos. 

Uma nova cultura começa a surgir, dentro de uma perspectiva de uso mais inteligente, econômico e eficiente dos bens. Compartilhamento de produtos, como carros ou casas, colaboração na criação de novas ideias e experimentação começam a fazer parte do pensamento do novo consumidor.

É um cenário cheio de possibilidades e, ao mesmo tempo, desafiador. Especialmente para as corporações que se acostumaram a seguir um modelo até então vencedor de se relacionar com os seus públicos e agora percebem que isso começa a fazer parte do passado. “As empresas precisam ter coragem de abdicar de como elas operam hoje, mesmo que isso ainda esteja dando certo, e evoluir para um novo patamar”, afirma o presidente do Grupo Processor, Cesar Leite.

As startups, que surgem com operações 100% digitais e já alinhadas com essa nova mentalidade, saem na frente. Estão aí nomes como Uber, Airbnb, Neftlix e WhatsApp para comprovar isso. As atenções agora se voltam para os players tradicionais de segmentos como indústria, varejo, educação e saúde, que precisam se reinventar. 

Para isso dar certo, a receita é construir um novo modelo mental dentro das empresas e usar tecnologias como Cloud, Big Data, Mobilidade, Social Business e Internet das Coisas (IoT), que estão aí para suportar toda essa mudança e também para ajudar as empresas a terem estruturas mais flexíveis para o desenvolvimento de novos projetos. 

“Não é fácil reposicionar os negócios, especialmente para operações com décadas de atuação e consolidadas. As mudanças podem ser graduais, desde que comecem logo”, sugere Cesar Leite. 

Quando o assunto é a transformação digital, as empresas brasileiras encontram-se em vários graus de maturidade. De forma geral, estão melhores as que enfrentam muita competição e possuem operações em que precisam estar mais próximas dos clientes, como o varejo, explica o gerente de pesquisa e consultoria da IDC Brasil, Pietro Delai. “Se fosse para traçar uma média com os mercados globais mais pujantes, então estamos devendo. A maioria das nossas companhias ainda está engatinhando”, relata.

Estudo do Gartner apresentado ao mercado em setembro revela que os CEOs globais entendem que os negócios digitais são significativos o suficiente para garantir que sejam liderados pessoalmente. Metade dos entrevistados espera ver uma grande transformação digital em seus setores dentro de cinco anos. 

Processor apoia clientes nessa jornada de mu​danças

Envisionar e revolucionar a produtividade dos negócios das organizações é a missão da Processor.​

O cenário atual é disruptivo. As mudanças do próximo ano podem ser mais impactantes que as das últimas décadas. É por isso que a Processor quer estar próxima aos clientes, para ajudá-los a identificar o que faz parte da sua proposta de valor e o que é preciso para eles se posicionarem de forma diferente, deixando de lado os processos menos eficientes. 

Envisionar, ou seja, olhar para o futuro é uma constante na relação da Processor com os seus clientes, afirma a gerente de marketing da empresa, Laura Denker. 

“Ajudar os clientes a se diferenciarem no mercado, antecipar rumos e acompanhá-los nessa jornada de transformação faz parte da nossa proposta de valor”, relata.

Para isso ser possível, a Processor atua lado a lado para servi-los e ajudá-los a construir soluções que gerem valor e revolucionem a produtividade. “Essa é a síntese de uma relação vencedora, onde todos se desenvolvem, e que estamos sempre focados em construir", acrescenta. 

A Processor atende corporações de pequeno, médio e grande portes da América Latina e possui no seu portfólio soluções próprias, além de atuar como integradora. Dentro da oferta estão serviços como Plataforma LiveCloud, Managed Services, Business Solutions, Business Process Outsource e Cloud & Software. 

“Queremos que o cliente nos perceba como únicos dentro da nossa cultura de agregar valor aos seus negócios. Na medida em que ele entende isso e se beneficia, a relação se fideliza e se gera um ciclo positivo de crescimento”, observa Laura.

agosto 31
Processor patrocina evento "Tá na Mesa" diretamente da maior feira de agronegócios da América Latina, a Expointer

Aconteu ontem, 30/08 o primeiro Tá na Mesa Federasul, patrocinado pela Processor, realizado diretamente do restaurante Internacional na Expointer, dentro do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS. 

Na oportunidade, foi realizada a cerimônia de entrega de reconhecimentos do 5º Prêmio Vencedores do Agronegócio. No total seis vencedores e três destaques especiais, receberam o troféu Três Porteiras, criado pela artista plástica Angela Pettini.

Os vencedores foram escolhidos a partir da avaliação de uma comissão julgadora. Com base em critérios de criatividade e inovação, estratégia de negócio, ferramenta de marketing e resultados obtidos, o grupo selecionou nove projetos.

Veja algumas fotos do evento: 

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#juntossomosmais #ProcessorConectandoAgronegocios #processor

 

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